Blá Blá Blá

Aniquilação

Em maio de 1941, as tropas alemãs invadiram a URSS. Em 4 semanas de combates, foram feitos 3 milhões de prisioneiros – 2 milhões morreriam antes de 9 meses na prisão. Segundo o historiador britânico Robert Gellately, autor de The Specter of Genocide (“O Espectro do Genocídio”, inédito no Brasil), a invasão da URSS alterou os rumos da guerra no leste, iniciando a guerra de aniquilação, ou vernichtungskrieg, termo utilizado por Hitler para explicar que o objetivo alemão seria destruir completamente o Estado comunista. Para os nazistas, a aniquilação dos soviéticos era justificável: primeiro por causa das crenças racistas, que viam na mistura do comunismo com o judaismo a pior raça possível – eram numerosas as comunidades judaicas na URSS. Depois, do ponto de vista prático e logístico, o desfecho das vitórias que fatalmente aconteceriam elevaria sobremaneira a quantidade de prisioneiros sob os cuidados da Alemanha, tornando-se inviável garantir sua sobrevivência.

Em 22 de maio de 1941, a comissão econômica do 3º Reich se reuniu para discutir a logística após as primeiras semanas da invasão. As atas desse encontro foram encontradas em Berlim após a guerra e permaneceram durante muito tempo secretas. Recentemente foram publicadas pelo historiador americano Richard Overy, no livro Russia’s War (“A Guerra da Rússia”, sem tradução em português). “Se quisermos avançar em território soviético, temos que reduzir o consumo de alimentos e de energia das populações locais”, diz um trecho do relatório. Mais adiante, o documento conclui: “Nada de falsa piedade. Milhões morrerão de fome”.
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Blá Blá Blá

Como eu estou sem criatividade esses dias, creio que pela correria, vou postar uma propagando muuuito bem feita sobre o Martini. A ideia deles é que não existe sorte e sim atitude. Confira, vale à pena:

Blá Blá Blá

Como eu estou sem criatividade esses dias, creio que pela correria, vou postar uma propagando muuuito bem feita sobre o Martini. A ideia deles é que não existe sorte e sim atitude. Confira, vale à pena:

Blá Blá Blá

As vezes me pego pensando se realmente valho alguma coisa pra quem me rodeia, pra quem me chama de amigo, ou se não passo de uma enciclopédia que um dia quando tiver na última página, lida, vão me encostar num canto pra deixar que a poeira e as traças tomem conta…

Blá Blá Blá, Orgulhosamente Apresento

Não conseguiria dormir sem antes fazer essa resenha. Mais um livro das Crônicas Vampirescas da Anne Rice.

“- Oh. Todos os outros invejam meu gênio forte, minha impetuosidade, minha força de vontade! Adoram isso. Mas quando demonstro fraqueza, me abandonam. Louis me abandonou. – Pensei então na rejeição de Louis e, com uma satisfação maldosa, pensei que em breve eu o veria outra vez. Ah ele ia ficar surpreso. Então senti um pouco de medo. Como eu poderia perdoar-lhe? Como me controlar para não explodir numa chama destruidora?…”

Tenho lido os Livros da Anne Rice de forma desordenada propositalmente. Havia acabado de ler O Vampiro Lestat (resenha aqui) e fui com toda a sede para ler o Ladrão de Corpos. Confesso que no início o livro é enfadonho, com uma narrativa um pouco pesada e mais culta. Mas alguns capítulos essa história muda.

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