Blá Blá Blá

Sou o vampiro Lestat. Sou imortal. Mais ou menos. A luz do sol, o calor constante de um fogo intenso, essas coisas poderiam destruir-me. Mas, por outro lado, talvez não.
Tenho um metro e oitenta de altura, o que causava forte impressão nos idos de 1780 quando eu era um jovem mortal. Agora, não é nada de mais. Tenho cabelos louros e cheios que quase chegam aos ombros, mais para ondulados, que parecem brancos sob luz fluorescente. Meus olhos são de cor cinza, mas absorvem facilmente as cores azul ou violeta das superfícies a seu redor. E tenho um nariz bem pequeno e estreito, uma boca bem desenhada, só que um pouco grande demais para meu rosto. Pode parecer muito cruel ou extremamente generosa a minha boca. Mas sempre parece sensual. Emoções e propósitos estão sempre refletidos em toda minha expressão. Tenho um rosto que está sempre animado.
Minha natureza de vampiro revela-se na pele muito branca e reflexiva ao extremo, que precisa de pó-de-arroz para câmeras de qualquer tipo.
E se estou com grande necessidade de sangue, pareço um perfeito horror — pele murcha, veias que parecem cordas sobre os contornos de meus ossos. Mas não deixo isso acontecer agora. E a única indicação consistente de que não sou humano são minhas unhas. É a mesma coisa com todos os vampiros. Nossas unhas parecem vidro. E algumas pessoas notam isso quando não notam alguma outra coisa.
Neste exato momento sou o que a América chama de superestrela do rock. Meu primeiro álbum vendeu quatro milhões de cópias. Estou indo para San Francisco para a primeira apresentação de uma turnê de concertos por todo o país, que levará minha banda de costa a costa. A MTV, o canal de televisão a cabo que transmite música de rock, vem exibindo meus videoclipes noite e dia há duas semanas. Também estão sendo exibidos na Inglaterra, no programa Top of the Pops, na Europa Continental e provavelmente em certas regiões da Ásia e do Japão. Fitas de vídeo de toda a série de clipes estão sendo vendidas no mundo inteiro.
Também sou o autor de uma autobiografia que foi publicada na semana passada.

Minhas impressões:
Havia acabado de ler o livro Memnoch (que é excepcional) e fiquei intrigado. Em Entrevista com Vampiro, Louis de Pointe du Lac descreve Lestat como um vampiro desprezível, amargurado e mesquinho, porém em Memnoch Lestat se mostra um vampiro apaixonado e impulsivo. Desde então fiquei curioso para ler O Vampiro Lestat.
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Blá Blá Blá

Hoje se completa o 20º final de semana que posto música no final de semana. Hoje vou relembrar alguns vídeos que postei. O primeiro é novo, Seu Jorge, um gênio da música brasileira, posso compara-lo a Chico Buarque e outros que mantiveram a música brasileira viva.

Quem não quer sou eu – Seu Jorge

Love You To Death – Kamelot


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Blá Blá Blá

O que é a guerra? Um meio de conseguir paz?
O que é a paz? É uma honra?
O que é a honra?
Uma bandeira hasteada num monte de corpos?

Onde fica a amizade,
A esperança. O nascer de um novo dia?
Vale a pena lutar por um valor, uma idéia que não é sua?
Qual o valor da vida que você tirou?

Quem são os nossos heróis,
Nossos homens valorosos e corajosos?
Aqueles que matam mais “inimigos”?

Heróis não existem. Apenas inventamos.
Heróis não matam, heróis não lutam.
Heróis não existem.

Blá Blá Blá

A uns anos atrás eu escrevia bastante e postava em um site de poesias, muito bom por sinal, chamado sitedepoesia.com.br. Segue uma das minhas que estão lá…

O que faço agora?
Se quando eu olho pra frente
Vejo que é um caminho sem saída
E mesmo assim continuo seguindo.

Por sorte encontrei você.
Mudando meu curso natural,
que era em direção a uma catástrofe.
Transformando em esperança
Aquilo que eu já não esperava de mim.

Mas minhas atitudes
Te afastaram de mim.
Tudo aquilo que eu fiz até conhecer você
Veio como uma onda que derruba um surfista
Levando todos que estavam ao meu lado
E fazendo eu voltar a estaca zero.
Voltar a não ter você.
Voltar a não voltar a viver.
O que faço quando olho no espelho
E me vejo sem saída?

Quando quem eu mais odeio está dentro de mim?

Preciso de você, mas minha arrogância,
Me toma de uma forma que…
Somente quando é tarde demais,
Eu percebo o que fiz.

O que faço, quando me pego pensando na vida?
De como eu poderia mudá-la
E não encontro a solução?

Dependo de você
Para guiar meus passos,
Mudar meu rumo,
Me ensinar a viver…

Escrito por mim…

Blá Blá Blá

Sei que tenho postado pouco, não to num clima muito “feliz” esses dias, então a inspiração some! Vamos de música nacional hoje com duas mulheres que cantam muuuito. Sem contra claro, a participação do John Legend que nem precisa de comentários.

Entreolhares – Ana Carolina e John Legend

Muito Pouco – Maria Rita


 

Blá Blá Blá

Sei que tenho postado pouco, não to num clima muito “feliz” esses dias, então a inspiração some! Vamos de música nacional hoje com duas mulheres que cantam muuuito. Sem contra claro, a participação do John Legend que nem precisa de comentários.

Entreolhares – Ana Carolina e John Legend

Muito Pouco – Maria Rita