Blá Blá Blá

Serial Killer é só homem?

Olha eu de novo

Estava esse dias pensando que eu devia postar alguma coisa, mas não adianta, sem inspiração não dá. Vejo muito blog aí que o cara posta qualquer coisa e acha que está bom. De qualquer forma faz um tempo que eu não posto, nem o “sexta dia de música” da sexta passada eu postei =/, mas vamos lá.

Hoje uma reportagem da Galileu me chamou atenção:

Aileen Wuornos

Para quem não conhece, vou dar uma dica: Filme Monster interpretado por Charlize Theron que interpretou perfeitamente esta mulher. Logo abaixo vou colocar uma breve biografia não oficial dela coletado do wikipedia:

Aileen Carol Pittman, conhecida como Aileen Wuornos, (29 de fevereiro de 19579 de outubro de 2002) nasceu em Rochester, Michigan, Estados Unidos da América, foi uma prostituta considerada, errôneamente, a primeira mulher assassina em série da América.

Sua infância foi problemática devido em parte a pais adolescentes que estavam há meses separados antes que ela nascesse. Em 1960, sua mãe, Diane Pratt, a abandonou junto com o irmão Keith, que foram adotados pelos avós, Lauri e Britta Wournos. Seu pai, tirano e psicopata, foi preso, em 1969, onde se suicidou. Sua face é marcada de cicatrizes que vêm de comportamentos automutilantes durante a infância. Engravidou do próprio irmão e aos quatorze anos foi internada em um centro para as mães que entregam seus filhos para adoção. Em 1971, deixou sua casa e começou a exercer a profissão de prostituta, em lugares diversos, e cometendo pequenos delitos. Normalmente utilizava apelidos como: Sandra Kretsch, Lee Blahover, Lori Grody e Cammie Greene. Em 1974 foi detida por dirigir bêbada e atirando em um carro, seu irmão, Keith, morreu em 1976 de câncer, Aileen herdou então dez mil dólares de seu seguro de vida, que rapidamente gastou em luxos e em um carro novo. Casou-se em Miami com Lewis Fell, mas o matrimônio durou pouco. Em 1981 foi condenada por roubo no estado da Flórida e cumpriu treze meses de prisão. Outras apreensões ocorreram por uso de cheques sem fundo, roubar uma arma, dirigir sem licença, resistência à autoridade, falsidade de informação, roubo de carro, excesso de velocidade, intimidação, etc.

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Blá Blá Blá

Carta à solidão

De repente percebi o silêncio.
A quietude do pulsar.
A leveza do balançar das folhas lá fora.
E a solidão que me encontro

Tento enganar minha razão,
Convence-la que é só uma fase.
Que como o outono passa
Trazendo o frio do leste
Esta sensação de solidão passará.

De repente percebo que até “os melhores” um dia caem;
Que mesmo palavras erradas parecem rimar.
Que o silencio grita em meus ouvidos que sou sozinho.

Tento me levantar, me recompor.
Achar a alegria, a felicidade em outro alguém.
Mais um sopro dos vento e acabo aqui,
Sozinho.

Blá Blá Blá

Felicidade

Achei estes dois vídeo no blog Uhull e os “robei” de lá

Por mais que todos sejam contra os Estados Unidos guerrearem e blá blá blá que todo mundo já conhece. Este vídeos mostram simplesmente a felicidade de uma pessoa simples ver a pessoa que ama voltar para casa, para os seus braços.
Voltar de um lugar onde não se tem esperança, onde não há certeza de amanhã, como é numa guerra.

Você pode ver no vídeo, até mesmo uma cadela quando vês o dono a festa que faz. Até mesmo um ser “irracional” demonstra a mais pura felicidade do retorno para casa.

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Blá Blá Blá

Música

A música (do grego μουσική τέχνηmusiké téchne, a arte das musas) é uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar sons e silêncio seguindo ou não uma pré-organização ao longo do tempo.[1]

É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.

A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das “artes“, a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espectáculo.

Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

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Blá Blá Blá

A Torre Negra

Aproveitando a inspiração que veio como um vento do leste de repente, não mais que de repente…

Eu estava twittando sobre o novo livro que terminei de ler “A Torre Negra volume V – Lobos de Calla”, comentando sobre o livro. Como lá só dá pra deixar 140 caracteres vou aproveitar aqui…

A princípio vi o primeiro livro com uma capa linda e como estava escrito em letras douradas Stephen King aquilo me saltou aos olhos, pensei: “até hoje não li nenhum livro dele, somente assisti os filmes inspirados nele, vou levar este.”
Não sabia eu o “mau” que eu estava fazendo a mim mesmo. Sempre fui um devorador de livros, mas ao abrir este livro e ler o prefácio, aquela sensação indescritível que somente os leitores sentem enquanto leêm me veio à mente e comecei a lê-lo. A cada página, cada parágrafo, cada frase, palavra, letra, eu queria ler mais e mais rápido. Me forçava a largar o livro e ir dormir, pois tinha que trabalhar no outro dia. E assim fui lendo com aquele sentimento desesperador que no mesmo momento você quer terminar de ler o livro e ao mesmo tempo quer que seja o mais longo de toda sua vida, li os quatro volumes.

No quinto volume que chegou um dia depois de eu ter terminado o quarto (um desepero). Achei que havia pego a linha de raciocínio do escritor e como a coisa se desenrolaria. Ledo engano desse pobre mortal.

Não sei explicar, toda vez que tento pareço um louco, mas o quinto livro é (não consigo achar outra palavra) completo, ou melhor, perfeito. Ele começa de forma tímida contando histórias de personagens que entram no livro no meio do caminho e aparenta que vai ficar sem graça. Repito ledo engano, o autor consegue prender (mesmo parecendo que está chato) sua atenção a cada detalhe da história, a cada palavra. Você absorve os personagens e consegue imaginar o que eles pensam, o que faziam quando criança, como se vestem, enfim…

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Analise!, Blá Blá Blá

Estágio do espelho

Lacan

Sua primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. [1] O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor, ódio, agressividade. É o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.

Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que “os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado”, no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste – “o inconsciente é o discurso do Outro”, “o desejo é o desejo do Outro”.

O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como “formações do inconsciente”. A isto se refere o aforismo lacaniano “o inconsciente é estruturado como uma linguagem”.

O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, “a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa”. Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.

É na década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a simbolização, “o real é o impossível”, “não cessa de não se inscrever”. Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e do conceito de realidade psíquica, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é o “improdutivo”, resto inassimilável, sua “parte maldita”, o gozo, já que é “aquilo que não serve para nada”. Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação (“não há relação sexual”, “A Mulher não existe”). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a (“objeto ausente”), suas criações.

Quando eu estava no 2° ano do ensino médio, fiz uma apresentação sobre alienação entre os jovens. Como sempre tive uma facilidade pra psicologia achei nas teorias de Lacan (como visto acima) a explicação perfeita para uma alienação em uma pessoa.

A criança quando começa a falar e ter uma básica consciência, ela refere-se a si mesma em terceira pessoa: “João quer água”. Isto identifica o que Lacan descreve como Instância de Desconhecimento. Somente quando o ser disciplinador (na maioria das vezes a mãe ou um ser feminino) começa a identifica-lo como um ser próprio: “Eu quero água”, a criança começa a ter conhecimento do seu Eu e inicia a construção de sua consciência.

Exemplos práticos dessa teoria foi um casal de cientistas e psicanalistas (se não me engano) pegaram o filhote de um chimpanzé e o criaram junto a uma criança recém-nascida tratando-o como uma criança (essa experiência é um absurdo, mas “tudo pelo bem da ciência”). O resultado dessa experiência foi que o chimpanzé (que compartilha 96% do DNA humano) começou a agir com uma criança normal (dependente de alimentação, higiene, etc). Claro que esta similaridade parou a partir do momento que a criança começou a falar e o chimpanzé não (nisso eles “devolveram” o chimpanzé para a natureza).

Enfim, a caracterização inicial da personalidade começa com um ser disciplinador. Isto não somente quando somos bebês, mas em qualquer época de nossa vida ou lugar onde encontramos um ser “disciplinador” e começamos a adicionar em nossa personalidade aquilo que nos é ensinado (a famosa alienação).

Blá Blá Blá

Das trevas a Luz

É nesse imenso mar de esquecimento que vivo
Tentando me lembrar do passado
Pra saber o que sou no presente
E definir o que farei no futuro.

Minha infância perdida no tempo
Tornou-se uma frustração
E até um desalento,
Pois minha juventude passou desapercebida
Presa nos problemas da vida.
Na angústia do tempo.

Daí me vêm você e pergunta:
Está com medo do escuro?
E eu te respondo:
Para quem saiu das trevas
Você acha que teria medo do escuro?

Do escuro que são as lembranças,
Das sombras que são os sentimentos
E do negrume que são os pensamentos

Não, de forma alguma teria medo.
No recôndito da minha mente
Está a minha certeza
De que a luz que um dia me guiou
Continua lá esperando eu abrir os olhos
Enxerga-la, e seguí-la

Blá Blá Blá

Rock sim, carnaval não!

Você que não suporta essa época e quer limpar os ouvidos, ouça:

After Forever – Prison of Desire

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Kamelot – Ghost Opera

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Blá Blá Blá

Rock sim, carnaval não!

Você que não suporta essa época e quer limpar os ouvidos, ouça:

After Forever – Prison of Desire

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Kamelot – Ghost Opera

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