Desejo (maiores de 18)

Como havia comentado no post: Desejo estava escrevendo um conto erótico, mas fiquei na dúvida de publicar ou não aqui, mas não resisti e vou publicar, mais abaixo você lê o texto. Sei que é um pouco extenso, mas peço sua paciência para lê-lo:

Estava me exercitando no quarto fazendo flexões, como transpiro muito faço os exercícios somente de cueca.

Já estava na vigésima quinta flexão quando a porta do quarto se abre e entra minha mãe com suas amigas, a vizinha e sua filha:

– Meninas, esse é meu filh… Ai meu Deus, – minha mãe viu que eu estava de cueca. – Você devia ter avisado que estava nesses trajes menino! – Nisto eu havia ficado em pé. Estava de cueca branca e como transpirava bastante já estava ficando transparente. Percebi que estava excitado, mas não sabia o motivo.

– Achei que a senhora não estava em casa, além que a senhora não deu chance para avisar como eu estava vestido.

Percebi que a filha da vizinha estava fixada em minha cueca. Ela era branca, por volta de 1,70m, cabelos pretos, olhos verdes e seios que deixavam qualquer um louco.

– Vamos meninas, depois apresento meu filho. – Ela saiu “empurrando” as visitas e fechando a porta. Eu vi que estava extremamente excitado. Minha cueca quase transparente, não estava mais segurando o pacote. Me forcei a voltar a fazer as flexões para tentar esquecer aquela menina. Eu ouvia a conversa delas do meu quarto, variava entre novela, fofoca e homens. Perguntaram para a filha da vizinha se ela tinha namorado, ela respondeu que não. Tudo que eu queria ouvir…

Notei que estava fazendo as flexões automaticamente, já havia perdido a conta de onde estava. Meus pensamentos e ouvidos estavam voltados para aquela menina desconhecida. A cada vez que descia na flexão sentia minha cueca roçando no chão me levando ao êxtase.

– Filho eu e a mãe da Letícia vamos visitar uma amiga nossa. A Letícia vai aguardar aqui. Qualquer coisa que ela precisar falei para lhe chamar. – Disse minha mãe. Com certeza se a menina que se chamava Letícia pedisse algumas coisas, eu faria com prazer. Respondi que sim. Que iria tomar um banho, mas ficaria no quarto. Qualquer coisa era só chamar.

Entrei no banho ainda pensando na cena que ocorreu mais cedo. Meu box tinha o vidro laminado. Somente quem estava dentro via o lado de fora. Sentir aquela água limpando o suor era um alívio. É engraçado como a água parece fazer “escorrer” seus pensamentos. Estava distraído quando vi a porta abrindo. A princípio não me assustei pois não estava a vista.

Era a Letícia entrando no quarto. Agora só podia reparar melhor nos detalhes. Ela estava com uma camiseta branca, colada no corpo, definindo todo o soutien e os seios simetricamente redondos. A barriga delineada dando início a uma cintura curvilínea perfeita. As coxas perfeitamente rígidas, dando um sustento para a bunda deixando-a, linda. O rosto branco com um queixo delicado, destacando a boca pequena de lábios rosados e dentes impecáveis. Nariz combinando com o rosto e olhos verdes que me lembravam pastos verdejantes sem fim. O cabelo preto curto, liso, mostrando seu brilho sem fim.

Um pouco antes dela entrar eu havia desligado o chuveiro e esperava um pouco a água escorrer por si só, como sempre fazia, observando a água percorrer os músculos definidos do abdômen, até chegar ao “caminho da felicidade”. Ela não percebeu que eu estava dentro do box.

– Olá? – Ela disse.

– Estou dentro do box, acabei de terminar o banho. – Respondi.

– Perdão, se quiser volto mais tarde quando você estiver vestido…

– Não é necessário, claro se vocês não se importar em me ver sem camisa.

– Não me importo, – Ela disse com um certo tom de comédia na voz – afinal te vi numa cena pior à pouco.

– Ah sim! Perdoe-me pelo o ocorrido, minha mãe às vezes esquece de bater na porta.

– A minha faz o mesmo.

Me enxaguei dentro do box, imaginando eu entrando no quarto dela vendo-a somente de calcinha. Pensei isto na hora errada. Esqueci que minha cueca estava em cima da cama. Meu pau estava totalmente ereto e a toalha já não podia esconder o volume.

– Desculpe, mas esqueci um detalhe, – eu disse – minhas roupas estão em cima da cama e estou somente com a tolha. Se puder se virar… – Esperando que ela não fizesse isso.

– Tudo bem, não me importo.

Já perdendo a “vergonha” , fui mesmo com o volume na toalha. Quando sai do banheiro ela olhou diretamente pro volume na toalha, com um olhar enlouquecedor. Peguei a cueca branca e limpa em cima da cama e comecei a vestir por baixo da toalha. Propositalmente deixei a toalha cair revelando meu pau ereto ao máximo prendendo os olhos dela. Vi que ela lambeu os lábios, o que me fez meu pau pulsar… terminei de vestir a cueca e arrumei vagarosamente a faixa da cueca, fazendo aquele momento durar o máximo possível. A cueca boxer delineava perfeitamente a virilha deixando visível o pacote guardado.

– Prazer, Letícia. Não tivemos a oportunidade de nos apresentar.

– Realmente. Vinicius. Encantado em te conhecer. – Não havia me vestido ainda. Segurei a mão dela dando uma pressão convidativa, investindo em algo. Sem tirar os meus olhos dos dela. – Você está precisando de alguma coisa. Você subiu e esqueceu de falar.

– Na verdade nem lembro o que era. Eu não gosto muito de ficar sozinha, ainda mais numa casa desconhecida e eu sei que nossas mães vão demorar no mínimo uma duas horas para voltar.

– Que bom… Digo, sim, sei como elas demoram.

– Meio quente seu quarto né? Posso abrir sua janela?

– Fique a vontade, sinta-se como se estivesse em seu quarto.

– Não diga isso, poso cometer loucuras em seu quarto – Ela disse com um sorriso malicioso direcionando-se para a janela; era tudo que eu queria, loucuras! – Que jardim lindo você tem. Adoro rosas. Como é o nome daquela roxa ali no canto? Vem ver. – Ela se apoiou no parapeito da janela, deixando a bunda arrebitada, mostrando o contorno redondo, perfeito da buceta que ela guardava entre as pernas. Ela ficou na altura exata do encaixe. Meu pau não cedia um instante.

Cheguei por trás e raspei de leve nela, fazendo os pelos da nuca dela se arrepiarem.

– Aquela é uma tulipa. – Eu disse sem ter a mínima noção sobre plantas.

– Não, acho que é uma violeta. – Ela disse. – Creio que você não está vendo direito, chega mais perto. – Ela me puxou por trás dela fazendo minhas mãos se apoiarem no parapeito da janela junto às dela. Meu pau ficou exatamente no meio da bunda dela. Ela pressionava para trás, me deixando louco.

Não suportei, comecei a beijar o pescoço dela, deixando-a excitada. O bico do peito dela estava visível mesmo por baixo da camiseta. Pressionava ela pra frente, roçando meu pau na bunda dela e segurando com a mão a buceta dela. Ela virava a cabeça de lado me deixando beijar a boca delicada dela. Ficamos vários minutos nesse “ritmo”. Peguei-a no colo e deitei ela na cama. Tirei a camiseta dela, revelando os seios que eram com chamariz para os meus olhos. Lambi vagarosamente os bicos endurecidos, excitados. Acariciando os seios deixando ela arrepiada. Fui descendo, beijando a barriga perfeita até chegar ao botão da calça. Abri o botão usando somente a boca, tirei a calça dela revelando uma calcinha de renda preta –  que sozinha excitava um homem, preenchida com uma mulher daquela enlouquecia –  tirei també usando a boca, e vi que ela já estava molhada de prazer.

Apoiei as pernas dela nos meus ombros. A princípio ela ficou com medo, mas quando sentiu a primeira passada úmida da língua na buceta dela, estremeceu relaxando mais as pernas. Os lábios inferiores e exteriores eram perfeitos. A língua penetrava com dificuldade, diante a pressão contrária, parecia até mesmo que ela era virgem. Ela delirava a cada passada da língua. Subi novamente acariciando os seios dela. Ela pediu que eu ficasse em pé. Ela sentou na ponta da cama, ficando na altura exata para… Quando percebi ela já estava lambendo da base até a cabeça, umedecendo-o totalmente até coloca-lo na boca. Aquela sensação de umidade era inexprimível. Acariciava o cabelo dela, fazendo esforço para me manter em pé diante de tanto prazer. Ela tornou a deitar na cama me chamando com um sorriso no olhar.

Deitei ao lado dela. Com uma voz suave me pediu que fosse devagar. Não acreditei que uma mulher daquela ainda fosse virgem, e eu, logo eu, fui escolhido para deflora-la. De qualquer forma sabia exatamente que posição não causaria dor. Virei ela de barriga para cima com os seios firmes prontos para serem apertados. Levantei as pernas dela novamente, apoiando em mim e vagarosamente comecei a penetra-la, colocando a cabeça, sentindo a pressão e empurrando vagarosamente até encostar as bolas na buceta dela. Ela expressou um pouco de dor, mas logo estava tirando e penetrando novamente sentindo cada vez mais fácil penetra-la. Eu fazia o máximo de esforço para evitar machuca-la, indo o mais devagar possível, envolvendo ela com o máximo de prazer. Aproveitando cada sentido.

Me deitei na cama com o pau duro apontando para o teto e fiz ela sentar. Ver aquela bunda perfeita subindo e descendo, sentando até a base fazia-me pensar que eu poderia morrer naquele instante que não teria importância. Ela se mostrava cada vez mais envolvida, aumentava a velocidade da subida aproveitando cada centímetro da descida, gemendo loucamente.

Trocamos de posição mais 3 vezes até que comecei a sentir que não ia aguentar por muito tempo. Levei ela para a famosa posição “papai e mamãe”, a melhor forma de demonstrar carinho para a mulher e comecei a acelerar cada vez mais a penetração, sentindo cada nervo se contraindo pra então… O gozo, não houve tradução melhor para essa palavra. Meu pau injetando aquele líquido pastoso dentro dela.

Quando terminei, abracei ela de lado e adormecemos sem querer juntos. Ela sentido o gozo quente escorrendo pela buceta dormiu esgotada.

Acordei depois de uma hora, antes dela. Comecei a beija-la pra acordar e não pude suportar, começamos de novo a transar, com o mesmo vigor da primeira vez, só que agora ela já estava “acostumada” e mais desinibida o que tornou a brincadeira melhor ainda. Da segunda vez foi até mais rápido. Eu estava muito suado.

Descansamos mais uns 20 minutos e ela me pediu para tomar banho, pois estava suada também. Liguei o chuveiro e ela entrou. Eu não tinha a intenção de tomar banho junto, mas ela me puxou pra dentro do box e começamos a nos beijar embaixo do chuveiro.

Apoiei ela no meu colo e pedi que ela entrelaça-se os braços em meu pescoço. Começamos amis uma vez a transar, desta vez embaixo do chuveiro. Quando terminamos ajudei a seca-la reprimindo a vontade de arrancar as roupas dela e mais uma vez começar a beijar aquele corpo e consumi-la novamente, pois nossas mães provavelmente estavam pra chegar. Ela se vestiu e desceu. Eu terminei de me arrumar e também desci para acompanha-la e poder fazer um lanche. Estávamos exaustos. Me “despedi” beijando-a e voltando a trata-la como uma “desconhecida”. Nossas mães chegaram pouco tempo depois.

Minha mãe perguntou se eu havia conhecido a Letícia, respondi que sim (e como), pois havia descido para oferecer um lanche, uma vez que elas demoraram demais (pra minha sorte). Enfim as “vizinhas” foram embora e eu subi direto pro quarto para arrumar a bagunça quando encontrei a calcinha de renda dela com um post it que dizia:

– Levei sua cueca e deixei minha calcinha para que você não esqueça de mim. Ass: Letícia.

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