Falling Skies – S01-E03 – Prisoner of War

Uma devastadora invasão alienígena deixou a Terra em ruínas e com poucas oportunidades para os sobreviventes. Aqueles que conseguiram escapar da captura e da morte se uniram para lutar pelo futuro da humanidade. Após perder sua esposa no primeiro ataque e um de seus três filhos ter sido capturado, o professor de história de Boston Tom Mason (Noah Wyle) decide enfrentar a ameaça. E ele não descansará até voltar a reunir sua família. Seus conhecimentos de história militar o ajudam a se tornar um dos líderes do movimento de resistência 2º Mass. Anne Glass (Moon Bloodgood) é a pediatra que o acompanha em sua cruzada para ajudar os sobreviventes. Sua simpatia e delicadeza a transformam em um pilar para as crianças. Esta nova série da TNT tem produção executiva de Steven Spielberg e da DreamWorks Television. O roteiro é de Robert Rodat, que escreveu o piloto a partir de uma ideia que teve com Spielberg. A direção é de Carl Frankli.

 

 

 

Episódio 03 – Prisioner of War
— Megaupload — (RMVB)

Meu Final Musical #10

Como é a décima edição aí vão três vídeos…

Heartless – Dia Frampton

Try Again – Aaliyah


Eu sei que já postei essa música, mas enquanto eu puder lembrar dela postarei. Ela merece

Complicada e Perfeitinha – Raimundos

São Paulo

Achei a imagem perfeita, um tom quase sépia dando um ar retrô pra cidade nossa de cada dia. Crédito a Camila Dias

A tão odiada Rede Globo – parte final

A vida começa aos 40

E hoje? E o futuro? É difícil que, daqui pra frente, um canal de TV tenha tanta importância para o imaginário de Sucupira, ops!, do Brasil. “É uma tendência mundial as grandes televisões perderem audiência para outros canais ou tipos de mídia”, diz o professor Valério Brittos. “Mas, dentro dessa segmentação, a Globo vai seguir como uma das principais produtoras do mundo.”
O maior baque de perda de público aconteceu na década de 1990. A audiência média de 49% dos televisores ligados, em 1979, baixou para 37% em 1997. Record e SBT aproveitaram o barateamento da tecnologia de produção e lançaram programas populares. Também apareceu o controle remoto, arquiinimigo das líderes de audiência. Mas o susto passou rápido: a novela Terra Nostra, de 1999, recuperou antigos índices de audiência e provou que o modelo “sanduíche” de um jornal entre novelas, marca da Globo instituída em 1968, não estava acabado. Até programas típicos de emissoras B no resto do mundo, como o Big Brother, viraram atração global. “A capacidade de inovar e adaptar que a Globo tem é incomum em empresas tradicionais”, diz Valério Brittos.
Essa inovação, porém, foi um tiro pela culatra no que se refere à televisão a cabo. Quando partiu para a transmissão por assinatura, a Globo teve, desta vez, de tirar do próprio bolso os custos de instalação da rede. O grupo que controla a emissora fez uma dívida que, com a crise do real, em 1999, virou uma bolha de 1,3 bilhão de reais. “A empresa pode até sanear essa dívida, mas terá dificuldades se precisar fazer mais investimentos em novas tecnologias”, diz Brittos.
A tecnologia mais nova do pedaço, a TV digital, pode mudar todo o jeito de ver TV hoje. Se a transmissão de dados por computador se popularizar, em poucos anos você poderá escolher entre ler seu e-mail, escutar música ou assistir aos Simpsons enquanto espera o ônibus (pois é, os ônibus devem continuar os mesmos). Especialistas dizem que a tecnologia pode tornar obsoleto o sistema de concessões de canais usado hoje em dia.
Isso significa o fim da Globo? Será que a televisão generalista, que todos vêem ao mesmo tempo, é coisa do passado? A interatividade da internet fez de qualquer pessoa uma potencial emissora de conteúdo – e mudanças como essa, que cindem a idéia de uma sociedade uniforme, tem força para inaugurar uma nova idade histórica. Por isso, é difícil prever o futuro da emissora que deu uma cara ao Brasil – “aguarde e confie”, diria Didi Mocó. Já é possível, no entanto, julgar seu papel nos últimos 40 anos. Sim, em muitos momentos a Globo foi mesmo porta-voz dos militares. Mas também não faltam motivos para tratá-la como agente modernizante e um orgulho do talento nacional. A Rede Globo tem uma grande dívida com o Brasil. Mas o Brasil também deve muito à Rede Globo.

Quanto você ganha escavando seu quintal?

por Marcelo Bortoloti

Se achar petróleo: 0,5% a 1%
Leve uma amostra do produto à Agência Nacional do Petróleo (ANP). Se for mesmo petróleo, o órgão envia técnicos ao local para verificar a viabilidade da exploração. Se a área for aprovada, entra numa rodada de licitações da ANP. A empresa vitoriosa tem direito a explorar o terreno por 35 anos e fica responsável por lhe pagar a sua parte.

Se achar ouro: 0,5%
Qualquer um pode explorar ouro, prata, esmeralda, diamante ou rubi, desde que faça uma solicitação ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A concessão é de quem pedir primeiro. Ou seja, se o vizinho descobrir a mina de ouro no seu quintal, pode fazer o pedido na frente, explorar o seu tesouro e lhe pagar só 0,5% da produção.

Se achar ferro: 1%
O procedimento é o mesmo do ouro. A exploração exige no mínimo 3 anos de pesquisa e investimentos de até 100 milhões de dólares. O proprietário da superfície – no Brasil, você só é dono do solo, tudo que está embaixo é do governo – pode brigar na justiça pelo tamanho da indenização, mas não tem direito de impedir a exploração.

Se achar água: 1%
O procedimento para explorar lençóis de água também é o mesmo do ouro ou ferro. O DNPM tem de ser notificado da existência de qualquer poço que esteja em atividade. Por ser um artigo de menor valor, a fiscalização da água é mais branda. Mas não se engane: ao furar um poço no seu quintal você estará surrupiando a União.

Se achar urânio: 0%
Temos uma das maiores reservas de urânio do mundo, mas a exploração é monopólio da INB – Indústrias Nucleares do Brasil. A estatal pode desapropriar seu terreno e você não leva nada. Ou seja, é bom pensar duas vezes quando encontrar um tesouro no seu quintal. Talvez valha mais a pena enterrá-lo de volta.