Carta à solidão

De repente percebi o silêncio.
A quietude do pulsar.
A leveza do balançar das folhas lá fora.
E a solidão que me encontro

Tento enganar minha razão,
Convence-la que é só uma fase.
Que como o outono passa
Trazendo o frio do leste
Esta sensação de solidão passará.

De repente percebo que até “os melhores” um dia caem;
Que mesmo palavras erradas parecem rimar.
Que o silencio grita em meus ouvidos que sou sozinho.

Tento me levantar, me recompor.
Achar a alegria, a felicidade em outro alguém.
Mais um sopro dos vento e acabo aqui,
Sozinho.

Felicidade

Achei estes dois vídeo no blog Uhull e os “robei” de lá

Por mais que todos sejam contra os Estados Unidos guerrearem e blá blá blá que todo mundo já conhece. Este vídeos mostram simplesmente a felicidade de uma pessoa simples ver a pessoa que ama voltar para casa, para os seus braços.
Voltar de um lugar onde não se tem esperança, onde não há certeza de amanhã, como é numa guerra.

Você pode ver no vídeo, até mesmo uma cadela quando vês o dono a festa que faz. Até mesmo um ser “irracional” demonstra a mais pura felicidade do retorno para casa.

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Leucemia

Resolvi escrever sobre este post falando sobre este assunto, pois eu não sabia ao certo o que significava essa doença. Desde a novela Mulheres Apaixonadas, onde a Caroline Dickieman fez um papel onde o personagem tinha Leucemia.

Leucemia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O termo leucemia (do grego leukos λευκός, “branco”; aima αίμα, “sangue”) corresponde a um conjunto de neoplasias malignas (cancro/câncer) que atingem o sangue e possuem origem na medula óssea.

Podemos classificá-las em:

  • Leucemias Agudas – aquelas de início e evolução rápidos
  • Leucemias Crônicas – aquelas em que a instalação é insidiosa

Podemos, ainda, classificá-las segundo a linhagem celular comprometida:

  • Leucemias Linfóides – comprometimento da linhagem linfóide
  • Leucemias Mielóides – comprometimento da linhagem mielóide

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Música

A música (do grego μουσική τέχνηmusiké téchne, a arte das musas) é uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar sons e silêncio seguindo ou não uma pré-organização ao longo do tempo.[1]

É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.

A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das “artes“, a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espectáculo.

Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

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A Torre Negra

Aproveitando a inspiração que veio como um vento do leste de repente, não mais que de repente…

Eu estava twittando sobre o novo livro que terminei de ler “A Torre Negra volume V – Lobos de Calla”, comentando sobre o livro. Como lá só dá pra deixar 140 caracteres vou aproveitar aqui…

A princípio vi o primeiro livro com uma capa linda e como estava escrito em letras douradas Stephen King aquilo me saltou aos olhos, pensei: “até hoje não li nenhum livro dele, somente assisti os filmes inspirados nele, vou levar este.”
Não sabia eu o “mau” que eu estava fazendo a mim mesmo. Sempre fui um devorador de livros, mas ao abrir este livro e ler o prefácio, aquela sensação indescritível que somente os leitores sentem enquanto leêm me veio à mente e comecei a lê-lo. A cada página, cada parágrafo, cada frase, palavra, letra, eu queria ler mais e mais rápido. Me forçava a largar o livro e ir dormir, pois tinha que trabalhar no outro dia. E assim fui lendo com aquele sentimento desesperador que no mesmo momento você quer terminar de ler o livro e ao mesmo tempo quer que seja o mais longo de toda sua vida, li os quatro volumes.

No quinto volume que chegou um dia depois de eu ter terminado o quarto (um desepero). Achei que havia pego a linha de raciocínio do escritor e como a coisa se desenrolaria. Ledo engano desse pobre mortal.

Não sei explicar, toda vez que tento pareço um louco, mas o quinto livro é (não consigo achar outra palavra) completo, ou melhor, perfeito. Ele começa de forma tímida contando histórias de personagens que entram no livro no meio do caminho e aparenta que vai ficar sem graça. Repito ledo engano, o autor consegue prender (mesmo parecendo que está chato) sua atenção a cada detalhe da história, a cada palavra. Você absorve os personagens e consegue imaginar o que eles pensam, o que faziam quando criança, como se vestem, enfim…

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