Like you never see me again…

Sexta comprei um novo CD da Alicia Keys e como sempre as músicas são perfeitas. Veja umas das que eu mais gostei no álbum: Like you never see me again

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Aos que bebem…

… e dirigem. Por favor leiam isto.

Sei que parece tentador, aquele copo de cerveja estalando de gelado no fim de uma tarde sexta feira, mas beber e dirigir não é uma combinação legal, ainda mais que existem outros irresponsáveis que fazem o mesmo.

Nesse carnaval evite beber e dirigir. Evite com que eu tenha que ir no seu funeral!!! Assistam o vídeo abaixo:

 

Você pode pensar: “Isso nunca vai acontecer comigo”. Ou então “Nossa o André é um idiota falando isso!”. Tenho vários amigos que bebem e dirigem, sempre reclamo disso, prefiro passar como o cara chato agora, do que como o cara certo depois que alguma merda ocorrer…

Leucemia

Resolvi escrever sobre este post falando sobre este assunto, pois eu não sabia ao certo o que significava essa doença. Desde a novela Mulheres Apaixonadas, onde a Caroline Dickieman fez um papel onde o personagem tinha Leucemia.

Leucemia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O termo leucemia (do grego leukos λευκός, “branco”; aima αίμα, “sangue”) corresponde a um conjunto de neoplasias malignas (cancro/câncer) que atingem o sangue e possuem origem na medula óssea.

Podemos classificá-las em:

  • Leucemias Agudas – aquelas de início e evolução rápidos
  • Leucemias Crônicas – aquelas em que a instalação é insidiosa

Podemos, ainda, classificá-las segundo a linhagem celular comprometida:

  • Leucemias Linfóides – comprometimento da linhagem linfóide
  • Leucemias Mielóides – comprometimento da linhagem mielóide

Continue reading “Leucemia”

Estágio do espelho

Lacan

Sua primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. [1] O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor, ódio, agressividade. É o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.

Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que “os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado”, no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste – “o inconsciente é o discurso do Outro”, “o desejo é o desejo do Outro”.

O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como “formações do inconsciente”. A isto se refere o aforismo lacaniano “o inconsciente é estruturado como uma linguagem”.

O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, “a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa”. Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.

É na década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a simbolização, “o real é o impossível”, “não cessa de não se inscrever”. Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e do conceito de realidade psíquica, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é o “improdutivo”, resto inassimilável, sua “parte maldita”, o gozo, já que é “aquilo que não serve para nada”. Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação (“não há relação sexual”, “A Mulher não existe”). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a (“objeto ausente”), suas criações.

Quando eu estava no 2° ano do ensino médio, fiz uma apresentação sobre alienação entre os jovens. Como sempre tive uma facilidade pra psicologia achei nas teorias de Lacan (como visto acima) a explicação perfeita para uma alienação em uma pessoa.

A criança quando começa a falar e ter uma básica consciência, ela refere-se a si mesma em terceira pessoa: “João quer água”. Isto identifica o que Lacan descreve como Instância de Desconhecimento. Somente quando o ser disciplinador (na maioria das vezes a mãe ou um ser feminino) começa a identifica-lo como um ser próprio: “Eu quero água”, a criança começa a ter conhecimento do seu Eu e inicia a construção de sua consciência.

Exemplos práticos dessa teoria foi um casal de cientistas e psicanalistas (se não me engano) pegaram o filhote de um chimpanzé e o criaram junto a uma criança recém-nascida tratando-o como uma criança (essa experiência é um absurdo, mas “tudo pelo bem da ciência”). O resultado dessa experiência foi que o chimpanzé (que compartilha 96% do DNA humano) começou a agir com uma criança normal (dependente de alimentação, higiene, etc). Claro que esta similaridade parou a partir do momento que a criança começou a falar e o chimpanzé não (nisso eles “devolveram” o chimpanzé para a natureza).

Enfim, a caracterização inicial da personalidade começa com um ser disciplinador. Isto não somente quando somos bebês, mas em qualquer época de nossa vida ou lugar onde encontramos um ser “disciplinador” e começamos a adicionar em nossa personalidade aquilo que nos é ensinado (a famosa alienação).

Utopia da Eterna Juventude

O culto à beleza e à juventude é sem dúvida uma marca do nosso tempo. A corrida em busca da perfeição estética foi bastante acelerada pela tecnologia. E a decadência do corpo é adiada por métodos cada vez mais sofisticados. Parece que desaprendemos como envelhecer.

O Café Filosófico CPFL convidou o sociólogo e jornalista Marcelo Coelho para falar sobre o significado de nossa procura incansável pela fonte da eterna juventude.

Palestra de Marcelo Coelho no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 19 de junho, em Campinas.

Evento do módulo Os fantasmas da perfeição.

Veja o vídeo na íntegra em:

CPFL Cultura

Hugo Chaves

 

Não poderia deixar de falar neste “Ditador Democrático” que já está enchendo não só os cidadãos do seu país de Besteira Política, como torrando a paciência dos países vizinhos com suas alfinetadas achando que é alguém.

Bom não vou falar muito senão ele vai censurar meu blog de tirar do ar… Esqueci to no Brasil então… (chupa)!

Segue aí mais algumas informações sobre o que o rapaz tem feito em seu país:

http://migre.me/knvL

Chico Buarque

No site www.rollingstone.com.br saiu uma reportagem com as 100 melhores músicas brasileiras. Vendo a lista concordei com, digamos, 97% das músicas e posições.

Não poderia jamais deixar de falar da primeira posição da lista deles que foi a música Construção de Chico Buarque

[audio: http://lex.tecnologia.ws/blog/wp-content/uploads/2010/01/30-construção-chico-buarque.mp3]

O Brasil do começo dos anos 70 era uma terra de paradoxos. O governo do General Emilio Garrastazu Médici tinha em seu bojo o chamado “Milagre Brasileiro”, que prometia crescimento econômico recorde e baixa inflação. O país era campeão mundial de futebol e o slogan “Ame-o ou Deixe-o” era colado nos vidros dos carros. O que poderia estar errado? O preço para essa suposta estabilidade e ufanismo era alto. A censura tolhia a liberdade artística e a atmosfera repressora levava cidadãos insuspeitos para a cadeia. Depois de um breve período exilado na Itália, Chico Buarque retornou ao Brasil mostrando que não compactuava com a situação. Estava pronto para o confronto e explicitou isso em 1971, no LP Construção. E foi a música que deu título ao disco que mexeu com a cabeça das pessoas. “Construção”, quarta faixa do lado A do vinil original, é um épico, com duração de seis minutos e meio.

Trata-se de uma crônica sobre a vida e a morte de um trabalhador. Um dos setores que mais se expandiam com o propalado crescimento econômico era o da construção civil. Operários eram peças de reposição, ganhando pouco e estendendo sua jornada de trabalho com infindáveis horas extras para garantir a compra dos bens materiais que eram anunciados na TV. Acidentes de trabalho eram acontecimentos corriqueiros. Ao colocar isso em canção, Chico criticou indiretamente o sistema, afinal a situação do operariado era consequência das ações do governo. O personagem anônimo de “Construção” sai de casa, beija a mulher e os filhos e vai para o trabalho. Lá, se anima e ergue uma parede “como se fosse máquina”. Faz uma pausa, come qualquer coisa e bebe uma cachaça. Cai do andaime e se estatela no meio da rua, “como um pacote, atrapalhando o tráfego”.

Chico situa tudo em formato não discursivo, até mesmo impessoal. As estrofes são repetidas três vezes, com algumas palavras-chave sendo trocadas de posição. Mas são essas mudanças que tornam ambígua a compreensão da música. Na primeira vez, o cantor apresenta a história de uma forma lógica, quase jornalística. Na segunda repetição, a mesma história é contada, mas agora é levado em conta o estado psicológico do protagonista, que já estava se transformando num autômato. Na parte final, que não aparece na íntegra, o peão anônimo já se encontra demente e alucinado, não é dono de suas ações. O trabalhador teria morrido como consequência da falta de condições de trabalho ou teria se suicidado, desesperado diante de suas escassas perspectivas de vida? “Construção” não seria tão arrebatadora sem o arranjo sinfônico e imponente concebido por Rogério Duprat. O maestro usou a orquestra como um componente sinistro, complementando a cadência do samba de Chico. Os instrumentos aparecem a princípio emulando os caóticos ruídos da metrópole, suas buzinas e prédios em construção. No final, quando “Construção” se funde ao refrão de “Deus Lhe Pague”, a canção mais parece uma ópera demente no estilo de Gilbert & Sullivan. “Construção” passou incólume pela censura, mas a partir daí Chico ficou visado. Dois anos depois, o compositor declarou que “Construção” não tinha nada a ver com o operariado, que a letra não refletia uma experiência formal, e sim emocional. “Construção” ainda é referência para entender um período espinhoso da sociedade brasileira. Essa é a marca de um verdadeiro artista.

Um comentário deixado no site que reflete toda minha opnião foi:

“O que será” pode ser uma pérola da música de protesto, porém, “Construção” é além disso, uma obra-prima da poesia moderna. Esses versos alexandrinos misturados entre si deixam qualquer sonestista boquiaberto. Além de ser uma canção estruturalmente complexa, sua mensagem ainda traduz a vida do operário-padrão brasileiro, marginalizado por esse milagre do progresso de que tanto se gabavam os militares(progresso esse, que, aliás, não durou muito tempo!). Essa música é a prova da genialidade ao mesmo tempo sutil e arrebatadora de Chico Buarque. ( Mariana Brígido )

Chico Buarque

No site www.rollingstone.com.br saiu uma reportagem com as 100 melhores músicas brasileiras. Vendo a lista concordei com, digamos, 97% das músicas e posições.

Não poderia jamais deixar de falar da primeira posição da lista deles que foi a música Construção de Chico Buarque

[audio: http://lex.tecnologia.ws/blog/wp-content/uploads/2010/01/30-construção-chico-buarque.mp3]

O Brasil do começo dos anos 70 era uma terra de paradoxos. O governo do General Emilio Garrastazu Médici tinha em seu bojo o chamado “Milagre Brasileiro”, que prometia crescimento econômico recorde e baixa inflação. O país era campeão mundial de futebol e o slogan “Ame-o ou Deixe-o” era colado nos vidros dos carros. O que poderia estar errado? O preço para essa suposta estabilidade e ufanismo era alto. A censura tolhia a liberdade artística e a atmosfera repressora levava cidadãos insuspeitos para a cadeia. Depois de um breve período exilado na Itália, Chico Buarque retornou ao Brasil mostrando que não compactuava com a situação. Estava pronto para o confronto e explicitou isso em 1971, no LP Construção. E foi a música que deu título ao disco que mexeu com a cabeça das pessoas. “Construção”, quarta faixa do lado A do vinil original, é um épico, com duração de seis minutos e meio.

Trata-se de uma crônica sobre a vida e a morte de um trabalhador. Um dos setores que mais se expandiam com o propalado crescimento econômico era o da construção civil. Operários eram peças de reposição, ganhando pouco e estendendo sua jornada de trabalho com infindáveis horas extras para garantir a compra dos bens materiais que eram anunciados na TV. Acidentes de trabalho eram acontecimentos corriqueiros. Ao colocar isso em canção, Chico criticou indiretamente o sistema, afinal a situação do operariado era consequência das ações do governo. O personagem anônimo de “Construção” sai de casa, beija a mulher e os filhos e vai para o trabalho. Lá, se anima e ergue uma parede “como se fosse máquina”. Faz uma pausa, come qualquer coisa e bebe uma cachaça. Cai do andaime e se estatela no meio da rua, “como um pacote, atrapalhando o tráfego”.

Chico situa tudo em formato não discursivo, até mesmo impessoal. As estrofes são repetidas três vezes, com algumas palavras-chave sendo trocadas de posição. Mas são essas mudanças que tornam ambígua a compreensão da música. Na primeira vez, o cantor apresenta a história de uma forma lógica, quase jornalística. Na segunda repetição, a mesma história é contada, mas agora é levado em conta o estado psicológico do protagonista, que já estava se transformando num autômato. Na parte final, que não aparece na íntegra, o peão anônimo já se encontra demente e alucinado, não é dono de suas ações. O trabalhador teria morrido como consequência da falta de condições de trabalho ou teria se suicidado, desesperado diante de suas escassas perspectivas de vida? “Construção” não seria tão arrebatadora sem o arranjo sinfônico e imponente concebido por Rogério Duprat. O maestro usou a orquestra como um componente sinistro, complementando a cadência do samba de Chico. Os instrumentos aparecem a princípio emulando os caóticos ruídos da metrópole, suas buzinas e prédios em construção. No final, quando “Construção” se funde ao refrão de “Deus Lhe Pague”, a canção mais parece uma ópera demente no estilo de Gilbert & Sullivan. “Construção” passou incólume pela censura, mas a partir daí Chico ficou visado. Dois anos depois, o compositor declarou que “Construção” não tinha nada a ver com o operariado, que a letra não refletia uma experiência formal, e sim emocional. “Construção” ainda é referência para entender um período espinhoso da sociedade brasileira. Essa é a marca de um verdadeiro artista.

Um comentário deixado no site que reflete toda minha opnião foi:

“O que será” pode ser uma pérola da música de protesto, porém, “Construção” é além disso, uma obra-prima da poesia moderna. Esses versos alexandrinos misturados entre si deixam qualquer sonestista boquiaberto. Além de ser uma canção estruturalmente complexa, sua mensagem ainda traduz a vida do operário-padrão brasileiro, marginalizado por esse milagre do progresso de que tanto se gabavam os militares(progresso esse, que, aliás, não durou muito tempo!). Essa música é a prova da genialidade ao mesmo tempo sutil e arrebatadora de Chico Buarque. ( Mariana Brígido )

Crise de identidade!

Acho que todos passamos por uma crise dessas na vida!

Aquela coisa de quem sou, o que faço aqui, por que estou na terra?

É, acreditamos que todos nós temos um propósito divino.

O nossa caso, brasileiros, é agüentar todas essas palhaçadas do governo e da  nossa presidência, sorrir e dizer: SOU BRASILEIRO, aqui não tem terremoto, não tem vulcão e não tem furacão.

A verdade é que eu sou brasileiro como muitos e já desisti.

Não dá,eu não engulo mais essa, esse pais é pura hipocrisia, já que o nosso pais é governado por um analfabeto que tem a 4 serie completa.

Vocês me dizem OH! QUE ABSURDO.

Absurdo é ver meu dinheiro ir pro bolso dos outros que não trabalham, tá tudo bem que muitos não possuem igualdade social e financeira, mais estudo a maioria pode ter, é só escolher.

Eu trilho meu caminho e vejo que faço o que posso pra chegar ao meu objetivo.

Agora ver que alguns encostam simplesmente por que recebem benefícios do governo?

TA DE PALHAÇADA!

ALIAS, QUE TAL UM HAPPINING NA PAULISTA, COM TODOS DE NARIZ DE PALHAÇOS?

Depois eu posto a definição do que é um Happining!

E sim, o contexto disso tudo é, se a minha crise existencial é com 19 anos, imagina com 50 na Andropausa! HAHAHA FODEU!