Fantasias +18

Ela subia no ônibus fretado todo dia no mesmo horário, sempre em frente à casa dela. Quando entrava todos os homens se calavam pra observar.
Pele branca, cabelo preto, olhos verdes oliva, nariz perfeitinho, levemente impinado. A boca com lábios carnudos sem batom, mas rosadinhos. Os seios deliciosos, no mínimo era tamanho 46 ou 48, preenchendo toda a blusinha preta. Barriginha lisa, mostrando as curvas, uma calça com strass colado à perfeição das pernas e bunda redondinha e arrebitada, seguido das coxas durinhas e o pés delicados, dentro de um salto alto. Quando caminhava pelo corredor do ônibus era quase um desfile e todos os olhos, até mesmo das mulheres olhavam. Geralmente ela sentava junto de uma garota da empresa que ela conhecia.
Sempre fui o primeiro a pegar o fretado, pois eu morava do lado da garagem. Como o percurso é longo dormia até chegar lá, só acordava 10 minutos depois de entrar no ônibus quando ela entrava e depois voltava a dormir.
Estava dormindo encostado na janela, quando “senti” alguém sentando do meu lado, isso não era muito comum, quando abri os olhos era ela, linda, sentada do meu lado. Fiquei excitado na hora, só de sentir o corpo dela encostado no meu, já me deixava quente. Ela não deu muita bola, encostou no banco e dormiu. Eu não consegui desviar o olhar dela, fiquei observando aqueles seios quase saltando do decote dela. Por vários meses foi assim, de vez em quando ela sentava ao meu lado e não rolava nada.
Um dia ela entrou no ônibus com uma cara de sono e sentou ao meu lado. Mal encostou no banco começou a cochilar, porém como sempre acontece no ônibus, ela ficou “pescando”. Eu pensei em oferecer o meu lugar pra ela encostar a cabeça no vidro, mas seria muita burrice minha. Uma hora que ela pescou e abriu os olhos, perguntei se ela não queria encostar em mim, pra poder dormir “melhor”. Pra minha surpresa ela aceitou. Acomodei-a no meu ombro e ela cochilou, se duvidar até dormiu mesmo. Ela acordou somente quando o ônibus chegou na empresa, ela agradeceu discretamente e desceu rápido do ônibus. Nem considerei o fato, mas sei que minha cueca estava quase rasgando de tão excitado que estava, sentindo os seios dela enconstando em mim.
No dia seguinte, ela sentou novamente do meu lado, mas ficou acordada.
– Desculpa por ontem e por ter saído tão rápido. – Ela disse.
– Não precisa se preocupar. – respondi.
– Dormi mal ontem e acabei acordando com muito sono. Acho que quando você ofereceu o ombro eu nem ouvi direito, só sei que acabei dormindo, quando acordei fiquei com vergonha e não sabia o que falar.
– Não precisa se desculpar, vi que você estava precisando. – Ela estava ficando vermelha e com os lábios contraídos, mostrando vergonha. – Sério mesmo não precisa se envergonhar se precisar estou à disposição.
– Obrigada. A propósito meu nome é Michelle, não havia me apresentado.
– Gabriel, prazer.

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Desejo (maiores de 18)

Como havia comentado no post: Desejo estava escrevendo um conto erótico, mas fiquei na dúvida de publicar ou não aqui, mas não resisti e vou publicar, mais abaixo você lê o texto. Sei que é um pouco extenso, mas peço sua paciência para lê-lo:

Estava me exercitando no quarto fazendo flexões, como transpiro muito faço os exercícios somente de cueca.

Já estava na vigésima quinta flexão quando a porta do quarto se abre e entra minha mãe com suas amigas, a vizinha e sua filha:

– Meninas, esse é meu filh… Ai meu Deus, – minha mãe viu que eu estava de cueca. – Você devia ter avisado que estava nesses trajes menino! – Nisto eu havia ficado em pé. Estava de cueca branca e como transpirava bastante já estava ficando transparente. Percebi que estava excitado, mas não sabia o motivo.

– Achei que a senhora não estava em casa, além que a senhora não deu chance para avisar como eu estava vestido.

Percebi que a filha da vizinha estava fixada em minha cueca. Ela era branca, por volta de 1,70m, cabelos pretos, olhos verdes e seios que deixavam qualquer um louco.

– Vamos meninas, depois apresento meu filho. – Ela saiu “empurrando” as visitas e fechando a porta. Eu vi que estava extremamente excitado. Minha cueca quase transparente, não estava mais segurando o pacote. Me forcei a voltar a fazer as flexões para tentar esquecer aquela menina. Eu ouvia a conversa delas do meu quarto, variava entre novela, fofoca e homens. Perguntaram para a filha da vizinha se ela tinha namorado, ela respondeu que não. Tudo que eu queria ouvir…

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